Como remover a senha de uma planilha do Excel xlsx

E aí galera do café, tranquilo?

Post rápido para salvar aquela planilha com a senha perdida 😉

Aproveitem!

 

Este método somente aplica-se a planilhas protegidas por senha. Se o arquivo está protegido com o recurso “Encriptar com uma senha”, ele não funcionará.

  1. Abra o Windows Explorer e habilite a exibição de extensão de arquivos conhecidas. Para isso, pressione a tecla para exibir os menus superiores e entre no menu Ferramenta > Opções de pasta
    Na aba Modo de Exibição, desmarque a caixa Ocultar a extensão dos tipos de arquivo conhecidos e clique em OK.
  2. Altere a extensão do arquivo de .XLSX para .ZIP
  3. Extraia o arquivo para um diretório com o seu extrator favorito (Winzip, 7-zip, tar, etc)
  4. Entre no subdiretório xl e depois em worksheet que você acabou de extrair
    Deverá ter um ou mais arquivos com nomes como: sheet1.xml (sheet2.xml, etc. Eles representam as planilhas que você tem no seu arquivo.
  5. Dentro de cada um destes arquivos terá uma tag XML: <sheetProtection password=… />. Delete esta tag XML inteira usando um editor de texto (como o Bloco de notas, Visual Studio Code, etc).
  6. Re-zip os arquivos novamente.
  7. Renomeie o arquivo de .ZIP para .XLSX

E era isso!
Escrevam aí como foi a experiência de vocês com esse método…

Grande abraço!

Fonte

How to unprotect a password protected .XLSX file – Adam’s Code Blog – http://blog.bitcollectors.com/adam/2011/10/how-to-unprotect-a-password-protected-xlsx-file/

Ocorreu um erro interno no SEFIP. Se o erro persistir reinstale o SEFIP. Como resolver?

Erro SEFIP

Olá!

Se você está tendo esse erro ao abrir o programa SEFIP no Microsoft Windows 10, eu encontrei a solução! 🙂

E ela é bem simples! Basta que você defina a impressora “Microsoft to PDF” como impressora padrão do seu sistema operacional.

Isso acontece porque o programa utiliza essa impressora virtual para gerar os relatórios em PDF e se ela não for a padrão ele nãos abe onde encontrar e dá o famigerado erro!

Conte aí nos comentários as respostas do suporte da Caixa referente à esse erro. Aqui na empresa escalaram o chamado e mandaram formatar a estação de trabalho hehehe

Grande abraço.

Espero ter ajudado e bom trabalho pra nós!

 

Erro re0: Watchdog timeout no PfSense

Introdução

E aí galerinha do café!

Hoje tive que trocar o firewall do cliente de local físico e ao reconectar os cabos de rede, me deparei com esse erro re0: Watchdog timeout. No meu caso a re0 é a interface WAN e a configuração é obtida pelo DCHP da operadora de internet. Se eu conectasse o cabo depois do boot completo do servidor, ele apresentava o erro e travava e se eu ligasse o servidor com o cabo já conectado, ele travava ao obter o endereço IP da WAN.

Configurações

PfSense: 2.3.5 x86
re0: WAN DHCP

O Watchdog

Pra quem não conhece, o whatchdog é um “serviço” muito conhecido em eletrônica e semelhante á handler de eventos em programação. Ele fica monitorando, nesse caso, a porta por novas conexões físicas e a partir de uma conexão ele toma as decisões impostas à ele pela fabricante da placa de rede.

Solução simplificada

Apenas adicione as seguintes linhas no /boot/loader.conf

hw.re.msi_disable=1
hw.pci.enable_msix=0
hw.pci.enable_msi=0

Solução detalhada

  1. Inicie o servidor PfSense sem o cabo conectado e deixe ele completar o boot.
  2. Selecione a opção 8 (Shell)
  3. Digite o comando “vi /boot/loader.conf”
  4. Pressione a tecla “a”
  5. Digite as linhas
    hw.re.msi_disable=1
    hw.pci.enable_msix=0
    hw.pci.enable_msi=0
  6. Pressione a tecla “ESC” + “:” + “x” para salvar e fechar o arquivo
  7. Pressione a tecla “Enter
  8. Plugue o cabo

Observação: eu ainda tive que forçar a obtenção do IP via DHCP na re0

Espero ter ajudado!

Grande abraço.

Como facilitar a identificação de problemas no Windows com a ferramenta PSR

Olá!

As vezes é um pouco difícil de você identificar aquele erro ou problema que o seu usuário está te informando. Vem uns prints dentro de arquivos do Word ou soltos mesmo e tu fica meio sem entender.

Para resolver isso existe uma ferramenta disponível no Windows, a partir da versão 7 que vai resolver por completo esse dilema.

Trata-se da PSR (Problem Steps Recorder) gravador de passos para reproduzir problema.

Para utilizar é muito fácil, basta seguir os passos abaixo:

1º passo – Clique no menu INICIAR

2º passo – Clique em EXECUTAR

3º passo – Digite “psr” (sem aspas)

4º passo – Clique em INICIAR GRAVAÇÃO

Ferramenta de auxílio ao suporte PSR

5º passo – Execute normalmente o procedimento que deverá ser informado à quem está te prestando suporte

Obs.: durante a execução é possível adicionar comentários para explicar melhor alguma tarefa.

6º passo – Clique em PARAR GRAVAÇÃO

7º passo – Na janela com o relátório, clique em SALVAR, escolha um diretório, salve o arquivo .Zip e encaminhe para quem está lhe ajudando.

Pronto! Tudo ficou mais claro 😉

Espero ter ajudado, grande abraço à todos!

Licenciamento de Oracle Database: Virtualizar ou não?

Logotipo Oracle

Introdução

Estou liderando um projeto relativamente de grande porte na empresa em que trabalho. O desafio dessa vez é levar o ambiente para um datacenter aqui da cidade (Porto Alegre) ou melhorar as nossas dependências a fim de fornecer a segurança física necessária contra desastres, entretanto, havia a cerca de 3 anos outro projeto parado que o assunto era a criação de uma “nuvem privada”, somei os projetos e estou por aqui ficando quase de cabelo branco… (hehe).

No decorrer desse projeto, me deparei com a seguinte situação, virtualizar ou não virtualizar a minha instância de banco de dados?

No nosso caso utilizamos o Oracle como banco de dados principal na empresa. Nele temos nosso ERP, GED e CRM, além dele temos outros bancos de dados menores para outras tarefas, como intranet por exemplo, mas vamos nos ater ao Oracle.

Quando pensei em virtualizar, logo fui consultar o EULA da Oracle (como de praxe) para ver como ficariam as licenças para esse servidor. Entre diversos EULA’s, conversas com amigos, consultores, fornecedores e DBA’s, pude juntar as informações que forneço para vocês abaixo.

Importante: Não se baseie somente nessas informações, eu não trabalho para a Oracle, não sou certificado Oracle (ainda hehe) e essas informações servem somente como conhecimento e não como documento. Fiquem atentos as versões dos EULA’s fornecidos diretamente no site da fabricante do software. Não me responsabilizo por qualquer ação tomada com base nesse artigo.

Particionamento de servidor

A Oracle considera duas formas de “particionar” um servidor, são elas: soft partition e hard partition.

Abaixo algumas considerações sobre ambas.

Soft Partition

Soft partition é quando fazemos o particionamento em um hypervisor (VMWare, Citrix XenServer, Microsoft Hyper-V, etc). Quando configuramos a VM com um processador apenas.

Essa modalidade NÃO É ACEITA para o cálculo de número de processadores para aquisição de licenças Oracle.

Obs.: caso a virtualização seja feita sob o hypervisor da Oracle, o Oracle VM, existe outro documento permitindo contabilizar somente o processador da VM para licenciamento.

Hard Partition

Hard partition é quando conseguimos realmente especificar o hardware que será utilizado pelo sistema operacional. Essa modalidade sim é aceita pela Oracle como cálculo de numero de processadores para aquisição de licenças Oracle.

Entretanto, nas arquiteturas Intel x86 e x86_64 não são possíveis fazer hard partition, os SO’s não são preparados para isso, somente em arquiteturas RISC, como é o caso de Power (PPC) da IBM por exemplo.

Dessa forma é possível “informar” para o SO quanto de recurso físico ele vai utilizar, independentemente da máquina possuir no total dois processadores, por exemplo.

Licenças Oracle Database Standard Edition One e Oracle Database Standard Edition

A Oracle possui muitas outras licenças e formas de licenciamento, entretanto vou comentar apenas essas duas licenças de processador, as quais eu estudei para a implementação desse projeto.

Obs.: essas licenças podem ser pagas anualmente ou na forma perpétua.

Obs. 1: o valor do suporte anual é de 20% do valor das licenças, é preciso pagar para quantidade total de processadores que você tem e é muito importante que você tenha o suporte atualizado, caso contrário não terá direito de baixar pacotes de atualização do seu software e não terá suporte pela Oracle quando for necessário (geralmente quando chega a esse ponto é porque a coisa está muito, mas muito feia…). Outro motivo é que você paga retroativo, caso pule um ano, por exemplo (isso pode onerar o orçamento do seu departamento de TI e seu gestor certamente não vai gostar).

Considerações sobre Oracle Database Stanadard Edition One

Nessa edição, podemos licenciar equipamentos com até 2 processadores físicos. FIQUEM ATENTOS ENTRETANTO, que mesmo que a licença permita que sejam licenciados até dois processadores, não significa que uma máquina com dois processadores necessitará apenas de uma licença, pelo contrário, significa que caso tenha mais do que 2 processadores, deverá ser usada outro tipo de licença, falaremos disso mais adiante.

Além disso, esse licenciamento custa o equivalente a metade do valor da versão Standard (em 2013) e não possui direitos de uso de Oracle RAC (Real Application Cluster – Consiste basicamente em um conjunto de serviços de alta disponibilidade).

Exemplificando:

Exemplo 1: Um servidor com dois processadores físicos deverá utilizar duas licenças Oracle Database Standard Edition One.

Exemplo 2: Um servidor com quatro processadores físicos deverá utilizar outro tipo de licenciamento.

Exemplo 3: Um servidor com mais de quatro processarores físicos deverá utilizar um tipo de licenciamento diferente do comentado no Exemplo 2 (esse não será comentado nesse artigo).

Considerações sobre Oracle Database Stanadard Edition

Nessa versão, podemos utilizar em equipamentos com até 4 processadores físicos e o mesmo comentado na versão anterior vale para cá.

Essa versão é bem cara e contempla a utilização do Oracle RAC.

Obs.: Ainda existe a versão Enterprise para equipamentos com mais de 4 processadores, que possui um algoritmo de cálculo baseado no total dos cores dos processadores físicos multiplicado por 0,5, mas não vou comentar nada além disso nesse artigo, pois não estudei muito a fundo… além disso, dependendo do tamanho da empresa (quantidade de usuários, se está virtualizado ou não, falaremos mais adiante).

 

Considerações sobre utilização de virtualização

 

As formas de licenciamento supracitadas servem tanto para ambientes virtuais como físicos, entretanto devemos observar alguns pontos além dos já citados em ambientes virtuais. São eles:

Suporte

No projeto inicial iríamos virtualizar a instância de banco de dados sob o Microsoft Windows Server 2012 Hyper-V, entretanto um ponto levantado foi fortemente considerado. A Oracle “não presta suporte” á ambientes que não estão virtualizados com Oracle VM (até então). Na verdade, eles não vão deixar de te atender, mas vão te mandar simular o erro que está ocorrendo em uma máquina física (caso o erro ainda não esteja relatado), aí já viu que a dor de cabeça vira enxaqueca rapidinho…

Utilização de V-motion

Todos os hypervisors tem a possibilidade de v-motion (mover máquinas virtuais dentro de um grupo [pool] de servidores) que é uma ferramenta de excelente aplicabilidade em qualquer ambiente, principalmente quando utilizado com HA (High Available, alta disponibilidade).

Com a utilização desse serviço, a sua VM com a instância Oracle passará por diversos equipamentos e a política da Oracle é clara quanto à isso: toda a máquina que rodar o produto deverá ser licenciada. Portanto, se você tem um pool com 4 máquinas físicas por onde essa VM poderá passar por V-motion, você terá que licenciar todas as máquinas do pool.

Oracle VM

Conforme já citado, a Oracle tem um documento específico para o licenciamento sob Oracle VM, nesse caso é contato apenas o processador da máquina virtual em que está instalado o banco de dados.

Obs.: até então o Oracle VM não faz motion de storage, entretanto, isso não é um impecílio, o próprio storage tem tecnologia suficiente para suprir essa necessidade.

Conclusão

Conforme o estudo realizado sob as licenças Oracle, tive que alterar parte considerável do escopo do projeto inicial, inclusive os custos do projeto.

No meu caso, optei por não virtualizar, apenas utilizar uma máquina (host) específica para esse serviço, mas cada ambiente é um organismo e precisa ser avaliado de perto.

Essas são algumas considerações que eu tive para o meu projeto, mas não tome como documento, pergunte e informe-se em fontes garantidas, como o site da fabricante.

Você também pode contribuir para a comunidade. Tem alguma sugestão ou correção? Descreva nos comentários.

 

E você o que usou ou usaria em seu ambiente?

Descobrindo SERVICE TAG da Dell por WMI

Post rápido…

Para descobrir o service tag (etiqueta de serviço) de um equipamento Dell remotamente, além do outro post que fala de um script VBS, podes executar o seguinte comando:

c:\ wmic /user:[usuario] /password:[senha] /node:[máquina] systemenclosure get serialnumber

Onde:

[usuario] = é um usuário que vai conectar no computador remoto (se omitido será solicitado em tempo de execução)
[senha] = é a senha desse usuário (se omitido será solicitado em tempo de execução)
[máquina] = Nome NETBIOS ou endereço IP do equipamento. Se o nome conter espaços coloque-o entre aspas duplas (“”).

O resultado será algo como:

SeriaNumber
J6FFD1

DICA: o equipamento pode não ser Dell e possuir um serial number de outro fabricante.

Vou voltar para a minha correria, grande abraço!

Como aumentar o tamanho da assinatura de e-mail no Zimbra Desktop

“As maravilhas do software livre me levaram à solução desse incidente….”

Na empresa em que trabalho, estamos homologando o Zimbra e instalamos em toda TI o Zimbra Desktop para irmos nos acostumando com a interface, já que teremos de dar suporte para o software em pouco tempo.

Ao configurar a assinatura de e-mail padrão da empresa, nos deparamos com o seguinte erro “A assinatura HTML ultrapassa o tamanho máximo de 1024 ‘Incluindo as tags HTML'”. Foi então que precisamos correr atrás de uma solução…

Para solucionar esse problema é preciso alterar as configurações diretamente nos arquivos JavaScipt.

1º PASSO

No arquivo C:\Program Files\Zimbra\Zimbra Desktop\jetty\webapps\zimbra\js\NewWindow_2_all.js Procure pela linha abaixo e altere o valor 1024 pelo valor desejado (eu coloquei 2048).


name:"zimbraMailSignatureMaxLength",type:ZmSetting .T_COS,dataType:ZmSetting.D_INT,defaultValue:<strong>1024</strong>}

2º PASSO

No arquivo C:\Program Files\Zimbra\Zimbra Desktop\jetty\webapps\zimbra\js\Startup1_2_all.js Procure pela linha abaixo e altere o valor 1024 pelo valor desejado (eu coloquei 2048).

name:"zimbraMailSignatureMaxLength",type:ZmSetting .T_COS,dataType:ZmSetting.D_INT,defaultValue:<strong>1024</strong>}

3º PASSO

Por fim, edite o valor de 1024 pelo tamanho desejado, também no arquivo C:\Program Files\Zimbra\Zimbra Desktop\jetty\webapps\zimbra\js\zimbraMail\prefs\Z mPreferencesApp.js. Procure pela linha abaixo.

settings.registerSetting("SIGNATURE_MAX_LENGTH", {name:"zimbraMailSignatureMaxLength", type:ZmSetting.T_COS, dataType:ZmSetting.D_INT, defaultValue:<strong>1024</strong>});

Observação: Para GNU/Linux, basta alterar o path do zimbra (C:\Arquivos de programas\Zimbra) para o path correto (/opt/zimbra/zdesktop/).

4º PASSO

Reinicie o seu Zimbra Desktop.

Até a próxima!

GRRF: Erro com banco de dados

Recentemente, tivemos problemas em instalar o GRRF em uma máquina no ambiente da Empresa.

Atualmente, trabalhamos com Domínios e usuários com direitos limitados e por esse fato, muitas aplicações dão um trabalho danado na hora de serem executadas. Não diferente, as aplicações do nosso Governo (geralmente dão mais trabalho), o aplicativo GRRF deu muita dor de cabeça por aqui.

Como encontramos a solução, vou disponibiliza-la para que a dor de cabeça de vocês seja menor que a minha…

  1.  Primeiramente, é necessário setar permissão para o grupo de usuários em questão nos arquivos Hl_med32.dllHl_pub32.dllHlsoft32.dll localizados no diretório C:\WINDOWS\SYSTEM32.
  2. Depois, dê também permissão no diretório C:\WINDOWS\PREFETCH
  3. Também em C:\Arquivos de programas\Caixa e em HKLM\SOFTWARES\Caixa
  4. Vá no Painel de Controle > Ferramentas Administrativas > Diretivas de Segurança Local > Configurações de Segurança > Diretivas Locais > Atribuição de Direitos de Usuário > ‘Criar Objetos Globais’ > Adicionar o usuário ou adicione à uma GPO.
Mais auxílio para esse problema, pode ser encontrado nesse link (que foi de onde tirei tudo isso hehe) http://social.technet.microsoft.com/Forums/pt-BR/winvistapt/thread/905b1d18-90a3-4e50-80fe-028035209677
Abraço!

Ferramentas de Administração de Servidor Remoto para Windows 7

Ferramentas de administração remota

Na maioria das vezes, não é tão prático acessarmos o nosso servidor via terminal server somente para verificar alguma configuração ou fazer algo rotineiro.

Para essas tarefas, existe um pacote de MMC’s já configurados que se chama “Pacote de Administração de Servidor Remoto”. Com ele, nós podemos administrar o nosso ambiente diretamente da nossa estação de trabalho, logicamente, se tivermos permissão para isso.

Ele simplesmente gera o “atalho” Ferramentas administrativas, idêntico ao presente em servidores, porém, em alguns consoles, é necessário que informemos o computador/servidor destino.

No Microsoft Windows 7, temos uma particularidade que não ocorria no Microsoft Windows XP. Nesse caso, o pacote também é baixado como um update, mas é instalado como uma feature do sistema operacional.

Na vídeo aula abaixo, explico como fazer para instalar e ativar esse pacote.


Link para download do pacote (gratuito): http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?familyid=7d2f6ad7-656b-4313-a005-4e344e43997d&displaylang=pt-br
Grande abraço!