A migração de plataformas de softwares “Suites de Escritórios”

O primeiro a levar os aplicativos para a web foi o Google com o Google Docs, depois vimos a Microsoft com o Office Web Apps, agora aguardamos ansiosamente a promessa da Document Foundation de levar o LibreOffice para a nuvem.

Para quem não conhece, o LibreOffice é a versão opensource (código aberto) dos aplicativos de escritório, são os famosos “.odt”. O LibreOffice já teve o nome (muito conhecido) de BrOffice e é desenvolvido sobre o código do OpenOffice.

Após a compra da Sun Microsystems pela Oracle os desenvolvedores do OpenOffice ficaram incomodados, esperando que o projeto passasse a ser pago e criaram a The Document Foudation.

Mas voltando ao assunto “CLOUD”, esse movimento das Empresas e Fundações desenvolvedoras de suítes de aplicativos de escritório, ao meu ver, é só o começo, muito precipitado, com relação as expectativas que alguns amigos e eu, inclusive os que não compartilham da mesma opinião sobre cloud computing, tínhamos.

No começo desse mês, consegui convencer um amigo desenvolvedor PL/SQL a estudar Java, já foi um começo, agora é esperar ele se apaixonar pela coisa e procurar por novos horizontes…

O que eu quero dizer com tudo isso é que cada vez mais os aplicativos estão sendo “convertidos” para a plataforma web e além de servidores e datacenters, tem muito desenvolvimento à ser feito. É fato que muitas Empresas estão de olho nesse nicho de mercado há muito tempo, mas em contra-partida, a mesma parcela não! Principalmente aqueles aplicativos específicos, desenvolvidos por softwares houses.

É nossa missão informar nossos clientes que isso precisa ser mudado em tempo hábil, senão a bagunça estará formada.

O mercado está aí, ninguém vai se escapar de rodar seus aplicativos na web, o Google, a Microsoft e o LibreOffice já estão se “convertendo” e você, vai esperar seus clientes lhe chamar para essa demanda?

[Overview] Microsoft BPOS – Parte 6

Microsoft Business Productivity Online

Office Communications Online

De todo o conjunto de software esse eu acredito que seja o menos impressionante, mas não menos importante.

Hoje com o bloqueio do famigerado MSN na maior parte das organizações, muitas vezes partimos para o uso de soluções opensource ou até mesmo de determinados softwares que limitam o próprio MSN para atuar restritamente a determinados contatos e fazer logs.

A vantagem do Office Communications é a integração (essa presente em todos os produtos da linha) com os demais produtos, principalmente com o Microsoft Outook presente em todas as versões do Microsoft Office. Exemplos são a presença que pode ser setada em qualquer aplicativo e o histórico que é armazenado em uma pasta no Microsoft Outlook.

[Overview] Microsoft BPOS – Parte 5

 

Microsoft Business Productivity Online

Live Meeting

Esse serviço é simplesmente fantástico! Com ele você encurta a distância entre seus sites remotos.

Você conversa (pelo microfone mesmo) e compartilha documentos com muita facilidade e ao terminar a sua reunião –  que diga-se de passagem não consumiu tanto tempo e nem poluiu o meio ambiente, já que seus participantes não precisaram se deslocar – a sua ata está prontinha esperando para ser baixada.

[Overview] Microsoft BPOS – Parte 4

Microsoft Business Productivity Online

Sharepoint Online

Sharepoint é um produto da Microsoft que á muito foi lançado com o objetivo de colaboração dentro da sua Organização.

Nada mais é do que um serviço de intranet, com diversos tipos de ações e intuitos.

Hoje existem diversas webpart’s gratuitas ou não, que são uma espécie de plugins nos quais nós podemos instalar e configurar no nosso portal colaborativo, o que acaba tornando quase que desnecessário a necessidade de você criar a sua.

Com o BPOS, você pode criar diversas “Instâncias” do Sharepoint a limitação é dada pelo espaço em disco.

Sei que o backup ainda não é grande coisa, até porque tudo é armazenado em banco de dados (MsSQL), mas que eu realmente acredito que um dia o sharepoint ou algum serviço semelhante pode vir a substituir o nosso querido FS (File System – Sistema de Arquivos), quem sabe?

[Overview] Microsoft BPOS – Parte 3

BPOS – Microsoft Business Productivity Online

Administração de emails.

Nessa seção não falo nenhuma novidade para quem já utiliza um Microsoft Exchange, exceto os benefícios que essa solução pode trazer.

Toda a administração é feita remotamente, isto é, não é preciso instalar absolutamente nada na sua máquina, nem servidores nem consoles de administração.

Mas o que significa exatamente isso? Significa mais dinheiro no caixa da sua organização.

Imagine você que para se ter um Microsoft Exchange rodando redondinho na sua Empresa, você precisará no mínimo de: um servidor, ar condicionado, energia 24 horas, link garantido como IP fixo, licenças de Exchange e no mínimo uma licença de Windows e meu amigo, ainda assim você corre riscos…

Agora calcule comigo o espaço em disco… multiplique o número de usuários que você tem por 25 GB (que é o que o BPOS disponibiliza), cote um storage com toda a segurança que o serviço merece e divida o valor do storage pelo número de usuários novamente. Ahhh! Coloque na conta também os investimentos que eu coloquei lá em cima, mais um pouquinho para backup (com as devidas licenças) e ainda reserve uma graninha para aquele suporte que você talvez possa precisar…

Se esse cálculo der menos de US$ 10. Vá em frente, caso contrário, assine com a Microsoft.

SaaS – Mercado de software como serviço pode dobrar em 5 anos

Lí no Imasters, no qual é a fonte para esse pequeno artigo, que segundo o Gartner, o mercado para SaaS (software como serviço, em inglês) pode dobrar em cinco anos e possibilitará a movimentação de aproximadamente US$ 21,3 Bilhões em 2015, contra apenas US$ 10 Bilhões em todo mundo no ano passado.

Segundo Tom Eid, vice-presidente do Gartner, essa movimentação está ocorrendo por conta dos orçamentos reduzidos para investimentos com T.I. nas organizações, no qual vem exigindo cada vez mais o uso de tecnologias voltadas à Cloud Computing (Computação em nuvens).

Segundo o Gartner, 75% dos contratos hoje são fechados com desenvolvimento em SaaS e a esperança é de que seja atingido o índice de 90% em 2015 e o carro chefe são softwares de CRM.

Isso só faz com que a minha teoria (que não é nada inovadora) se concretize ainda mais. A Cloud Computing pode estar fechando algumas portas para os adminsitradores de rede e outros cargos, mas com muita certeza está abrindo para os desenvolvedores web…

Essa notícia faz com que pensemos: sua organização tem um software instalado nas máquinas hoje? Então você precisará de um desenvolvedor web para, no mínimo, convertê-los em aproximadamente 5 anos.

Fonte: Imasters – Notícia

[Overview] Microsoft BPOS – Parte 1 e 2

BPO – Business Productivity Online

Quando fui apresentado à essa ferramenta, por um grande fornecedor aqui de Porto Alegre, no qual não vou citar, pois, não pedi as devidas permissões [ainda], realmente fiquei maravilhado. Apesar do fascínio por OpenSource da pessoa que vos escreve, realmente fiquei empolgado com o funcionamento da nova nuvem tão investida sonhada pela Microsoft. Ok, ao meu entender ainda estamos longe da situação ótima para a nuvem, pois cá para nós, os links disponibilizados hoje em nosso país, principalmente quando roetamos para fora, não são lá uma Ferrari, correto?! E.. vejam só, sem link bom -> sem nuvem boa!

Com essa ferramenta, levamos todas as nossa contas de e-mail para a nuvem da microsoft, tudo administrado pelo seu navegador. Na versão completa ainda temos mais três softwares (ou serviços, como preferir), são eles: Microsoft Sharepoint Online, Microsoft Office Live Meeting e Microsoft Office Communications, além do Microsoft Exchange Online.

É a Microsoft mostrando

O que ganhamos e quem ganha com isso?
A equipe de T.I.C. ganha em produtividade/agilidade e segurança, já que para se ter um parque com SLA de 99,99%, ou seja, 5 minutos de parada por ano, significa investir muito, mas muito mesmo. Como em muitas Empresas o serviço de e-mail, pelo menos, é um serviço de alta prioridade, remetemos a responsabilidade de manter o ambiente em funcionamento e o investimento para a Microsoft e tudo isso por um valor irrisório, apesar de só ser vendido em Dólar, por enquanto (o que pode trazer um pouco de receio de Empresas desconfiadas… eu vivo do Dólar e no cenário atual, acho difícil uma alta significativa, mas…). Além disso, o TCO e o ROI do serviço é muito interessante, tendo emm vista que hoje em dia, quando uma nova versão do Exchange é lançada, por exemplo, o que devemos fazer? A resposta é simples: estourar o orçamento ou ficar com o software antigo… Usando o BPOS, acredito que o máximo que possa acontecer é um pequeno aumento nas mensalidades. Quanto ao ROI, se explica facilmente ao criar um projeto, lógico que depende do tamanho do seu ambiente, mas basicamente em uma empresa de médio porte, você somaria o total de licenças necessárias ara a aplicação do Exchange (calls de acesso do próprio Exchange, calls de acesso do Windows Server, anti-vírus, anti-span, etc), multiplicaria pelo número de usuários e dividira pelo tempo de vida estimado do software, não esquecendo que você ainda tem os custos com horas técnicas e hardware.

Eu sei, é um cálculo muito superficial, mas já torna o BPOS uma realidade na sua Empresa.

Nota: No vídeo eu falo que a PARTE 1  seria escrita, mas mudei de idéia, preferi escrever algumas coisinhas no post de cada uma das partes. Confesso! Indexação é tudo! hehehe