O que é um RANSONWARE?

Ransonware é um tipo de malware que ao ser infectado, explorando uma brecha de segurança do sistema operacional, encripta os dados e pede resgate sobre eles, ao pagar o resgate, uma chave lhe é enviada para que os dados sejam descriptografados.

Mas quem garante que você não será infectado novamente? Sua empresa está protegida?

Conheça os serviços da MisselSoft para lhe auxiliar nesse assunto. Não corra riscos desnecessários. Conte conosco!

 

Grande abraço.

Novo ransonware identificado. Sua empresa está protegida?

Ontem, dia 27 de Junho de 2017, foi identificado um novo RANSONWARE que atacou diversos países na Europa e também os EUA, fazendo um grande estrago em diversas empresas gigantescas, desde o setor de transporte e logístiga, passando por mineradoras de ferro chegando até a distribuição de energia, inclusive derrubando o sistema de monitoramento da usina nuclear de Chernobyl.

Diferente do Wannacry, disseminado e “exterminado” em meados de maio desse ano, o Petwrap, uma variação do ransomware Petya, não pode ser descriptografado, pois o provedor de emails desativou a conta que recebe os comprovantes dos pagamentos de Bitcoins.

A maioria das empresas estão vulneráveis a essa e outros tipos de ameaças. A sua empresa está protegida?

A MisselSoft pode te ajudar com essa tarefa, não corra riscos desnecessários, entre em contato conosco.

 

Grande abraço!

 

Fonte: TI Inside Online

Como facilitar a identificação de problemas no Windows com a ferramenta PSR

Olá!

As vezes é um pouco difícil de você identificar aquele erro ou problema que o seu usuário está te informando. Vem uns prints dentro de arquivos do Word ou soltos mesmo e tu fica meio sem entender.

Para resolver isso existe uma ferramenta disponível no Windows, a partir da versão 7 que vai resolver por completo esse dilema.

Trata-se da PSR (Problem Steps Recorder) gravador de passos para reproduzir problema.

Para utilizar é muito fácil, basta seguir os passos abaixo:

1º passo – Clique no menu INICIAR

2º passo – Clique em EXECUTAR

3º passo – Digite “psr” (sem aspas)

4º passo – Clique em INICIAR GRAVAÇÃO

Ferramenta de auxílio ao suporte PSR

5º passo – Execute normalmente o procedimento que deverá ser informado à quem está te prestando suporte

Obs.: durante a execução é possível adicionar comentários para explicar melhor alguma tarefa.

6º passo – Clique em PARAR GRAVAÇÃO

7º passo – Na janela com o relátório, clique em SALVAR, escolha um diretório, salve o arquivo .Zip e encaminhe para quem está lhe ajudando.

Pronto! Tudo ficou mais claro 😉

Espero ter ajudado, grande abraço à todos!

Double screen – Comercial do Banco Sicredi

Screenshot de campanha de Natal do Banco Sicredi

E aí gurizada do café! Sussa?

Vocês víram? No Natal do ano passado, 2016, o Banco Sicredi inovou junto com a empresa DZ Estúdio e fizeram uma publicidade em “double screen”, isto é, ao entrar no endereço http://juntospelonatal.com.br/ no desktop e http://natal.am no celular, posicionar o dispositivo à direita do desktop, inserir o código fornecido, confirmar a execussão nos dos devices e curtir um show de inteligência, competência e criatividade.

Na minha experiência não ficou totalmente sincronizado, mas vamos e venhamos, alem do meu celular ser uma “lesma”, isso é bem complicadinho de sincronizar.

No passado empresas como a Samsung, se não me engano já usou essa técnica também com muita inteligência e também foi um sucesso, pelo menos no meu mundo nerd hehe

Confere lá, antes que saia do ar (eu não tiraria nunca…) pq eu estou atrasado e o bom velhinho já passou faz tempo… hehe

Tecniquês

Se você quer usar essa técnica, estude Javascript, HTML e alguma linguagem de servidor (PHP por exemplo). Se houver uma demanda legal, eu faço um tutorial.

Grande abraço!

Esse post foi escrito ao som de Pretinho Básico (Rádio Atlântida) e ao sabor de um bom café orgânico moído na hora e coadinho na xícara (sempre sem açúcar e bem forte 😉 #fikdik)

Como forçar a versão do PHP no .htaccess

E aí galerinha do café, tranquilo?!

Em tempos de mudança da versão do PHP, as vezes precisamos forçar a versão antiga ou garantir que o servidor, nesse caso apenas o Apache, tenha instalado a versão mais nova, tanto faz, o procedimento é o mesmo.

Por isso, hoje trouxe para vocês esse artigo rapidão para mostrar como fazemos para forçar determinada versão do PHP direto no .htaccess.

Primeiramente, verifique na raiz do seu projeto ou no diretório em que você deseja determinar essa configuração, se já existe o arquivo .htaccess, caso contrário, crie-o.

Insira nele as seguintes linhas:

AddHandler Application/x-httpd-php55 .php

Prontinho, basta alterar a versão do php que você precisa em php55.

 

Grande abraço e até a próxima.

 

Tour nos datacenters da Google Streetview

E ai galera do café!

Se você está passando por aqui certamente você gosta de tecnologia e hoje em dia em se tratando de tecnologia não podemos deixar de falar em Google.

Estava passeando peloYoutube quando encontrei um vídeo que mostrava o interior dos datacenters do Google, ai foi fácil perder alguns minutos passeando por lá.

Se você quiser conferir, entra lá http://www.google.com/about/datacenters/inside/streetview/

Até a próxima 😉

Licenciamento de Oracle Database: Virtualizar ou não?

Logotipo Oracle

Introdução

Estou liderando um projeto relativamente de grande porte na empresa em que trabalho. O desafio dessa vez é levar o ambiente para um datacenter aqui da cidade (Porto Alegre) ou melhorar as nossas dependências a fim de fornecer a segurança física necessária contra desastres, entretanto, havia a cerca de 3 anos outro projeto parado que o assunto era a criação de uma “nuvem privada”, somei os projetos e estou por aqui ficando quase de cabelo branco… (hehe).

No decorrer desse projeto, me deparei com a seguinte situação, virtualizar ou não virtualizar a minha instância de banco de dados?

No nosso caso utilizamos o Oracle como banco de dados principal na empresa. Nele temos nosso ERP, GED e CRM, além dele temos outros bancos de dados menores para outras tarefas, como intranet por exemplo, mas vamos nos ater ao Oracle.

Quando pensei em virtualizar, logo fui consultar o EULA da Oracle (como de praxe) para ver como ficariam as licenças para esse servidor. Entre diversos EULA’s, conversas com amigos, consultores, fornecedores e DBA’s, pude juntar as informações que forneço para vocês abaixo.

Importante: Não se baseie somente nessas informações, eu não trabalho para a Oracle, não sou certificado Oracle (ainda hehe) e essas informações servem somente como conhecimento e não como documento. Fiquem atentos as versões dos EULA’s fornecidos diretamente no site da fabricante do software. Não me responsabilizo por qualquer ação tomada com base nesse artigo.

Particionamento de servidor

A Oracle considera duas formas de “particionar” um servidor, são elas: soft partition e hard partition.

Abaixo algumas considerações sobre ambas.

Soft Partition

Soft partition é quando fazemos o particionamento em um hypervisor (VMWare, Citrix XenServer, Microsoft Hyper-V, etc). Quando configuramos a VM com um processador apenas.

Essa modalidade NÃO É ACEITA para o cálculo de número de processadores para aquisição de licenças Oracle.

Obs.: caso a virtualização seja feita sob o hypervisor da Oracle, o Oracle VM, existe outro documento permitindo contabilizar somente o processador da VM para licenciamento.

Hard Partition

Hard partition é quando conseguimos realmente especificar o hardware que será utilizado pelo sistema operacional. Essa modalidade sim é aceita pela Oracle como cálculo de numero de processadores para aquisição de licenças Oracle.

Entretanto, nas arquiteturas Intel x86 e x86_64 não são possíveis fazer hard partition, os SO’s não são preparados para isso, somente em arquiteturas RISC, como é o caso de Power (PPC) da IBM por exemplo.

Dessa forma é possível “informar” para o SO quanto de recurso físico ele vai utilizar, independentemente da máquina possuir no total dois processadores, por exemplo.

Licenças Oracle Database Standard Edition One e Oracle Database Standard Edition

A Oracle possui muitas outras licenças e formas de licenciamento, entretanto vou comentar apenas essas duas licenças de processador, as quais eu estudei para a implementação desse projeto.

Obs.: essas licenças podem ser pagas anualmente ou na forma perpétua.

Obs. 1: o valor do suporte anual é de 20% do valor das licenças, é preciso pagar para quantidade total de processadores que você tem e é muito importante que você tenha o suporte atualizado, caso contrário não terá direito de baixar pacotes de atualização do seu software e não terá suporte pela Oracle quando for necessário (geralmente quando chega a esse ponto é porque a coisa está muito, mas muito feia…). Outro motivo é que você paga retroativo, caso pule um ano, por exemplo (isso pode onerar o orçamento do seu departamento de TI e seu gestor certamente não vai gostar).

Considerações sobre Oracle Database Stanadard Edition One

Nessa edição, podemos licenciar equipamentos com até 2 processadores físicos. FIQUEM ATENTOS ENTRETANTO, que mesmo que a licença permita que sejam licenciados até dois processadores, não significa que uma máquina com dois processadores necessitará apenas de uma licença, pelo contrário, significa que caso tenha mais do que 2 processadores, deverá ser usada outro tipo de licença, falaremos disso mais adiante.

Além disso, esse licenciamento custa o equivalente a metade do valor da versão Standard (em 2013) e não possui direitos de uso de Oracle RAC (Real Application Cluster – Consiste basicamente em um conjunto de serviços de alta disponibilidade).

Exemplificando:

Exemplo 1: Um servidor com dois processadores físicos deverá utilizar duas licenças Oracle Database Standard Edition One.

Exemplo 2: Um servidor com quatro processadores físicos deverá utilizar outro tipo de licenciamento.

Exemplo 3: Um servidor com mais de quatro processarores físicos deverá utilizar um tipo de licenciamento diferente do comentado no Exemplo 2 (esse não será comentado nesse artigo).

Considerações sobre Oracle Database Stanadard Edition

Nessa versão, podemos utilizar em equipamentos com até 4 processadores físicos e o mesmo comentado na versão anterior vale para cá.

Essa versão é bem cara e contempla a utilização do Oracle RAC.

Obs.: Ainda existe a versão Enterprise para equipamentos com mais de 4 processadores, que possui um algoritmo de cálculo baseado no total dos cores dos processadores físicos multiplicado por 0,5, mas não vou comentar nada além disso nesse artigo, pois não estudei muito a fundo… além disso, dependendo do tamanho da empresa (quantidade de usuários, se está virtualizado ou não, falaremos mais adiante).

 

Considerações sobre utilização de virtualização

 

As formas de licenciamento supracitadas servem tanto para ambientes virtuais como físicos, entretanto devemos observar alguns pontos além dos já citados em ambientes virtuais. São eles:

Suporte

No projeto inicial iríamos virtualizar a instância de banco de dados sob o Microsoft Windows Server 2012 Hyper-V, entretanto um ponto levantado foi fortemente considerado. A Oracle “não presta suporte” á ambientes que não estão virtualizados com Oracle VM (até então). Na verdade, eles não vão deixar de te atender, mas vão te mandar simular o erro que está ocorrendo em uma máquina física (caso o erro ainda não esteja relatado), aí já viu que a dor de cabeça vira enxaqueca rapidinho…

Utilização de V-motion

Todos os hypervisors tem a possibilidade de v-motion (mover máquinas virtuais dentro de um grupo [pool] de servidores) que é uma ferramenta de excelente aplicabilidade em qualquer ambiente, principalmente quando utilizado com HA (High Available, alta disponibilidade).

Com a utilização desse serviço, a sua VM com a instância Oracle passará por diversos equipamentos e a política da Oracle é clara quanto à isso: toda a máquina que rodar o produto deverá ser licenciada. Portanto, se você tem um pool com 4 máquinas físicas por onde essa VM poderá passar por V-motion, você terá que licenciar todas as máquinas do pool.

Oracle VM

Conforme já citado, a Oracle tem um documento específico para o licenciamento sob Oracle VM, nesse caso é contato apenas o processador da máquina virtual em que está instalado o banco de dados.

Obs.: até então o Oracle VM não faz motion de storage, entretanto, isso não é um impecílio, o próprio storage tem tecnologia suficiente para suprir essa necessidade.

Conclusão

Conforme o estudo realizado sob as licenças Oracle, tive que alterar parte considerável do escopo do projeto inicial, inclusive os custos do projeto.

No meu caso, optei por não virtualizar, apenas utilizar uma máquina (host) específica para esse serviço, mas cada ambiente é um organismo e precisa ser avaliado de perto.

Essas são algumas considerações que eu tive para o meu projeto, mas não tome como documento, pergunte e informe-se em fontes garantidas, como o site da fabricante.

Você também pode contribuir para a comunidade. Tem alguma sugestão ou correção? Descreva nos comentários.

 

E você o que usou ou usaria em seu ambiente?

Imagens redondas com CSS

Fala gurizada, tranquilo?

Está muito em alta colocar imagens em formato redondo, mas tem muita gente fazendo isso em editores gráficos. Não é proibido, mas além de dar um trabalhão, imagina se o Google+ tivesse que ter funcionários para ficar fazendo mascaramento nas imagens de perfil… não dá né?!

Existe uma forma de fazer isso cross-browser somente com o CSS. Podemos utilizar essa técnica em DIV’s, inputs, imagens, etc.

Bom, sabemos fazer que para fazer um arredondamento de bordas com CSS, precisamos utilizar a propriedade border-radius. A técnica consiste exatamente em aumentar o ângulo do border-radius até que forme um círculo (50%).

Mãos à obra!

Primeiramente vamos testar com um DIV. Para isso, crie um div como o HTML abaixo:

<div class="redondo">Jucabala</div>

Agora vamos estilizar esse DIV para que ele fique redondo.


.redondo {
   width: 200px;
   height: 200px;
   background-color: #000;
   color: #FFF;

   /* Agora a mágica */
   border-radius: 50%;
}

E agora com imagem…

<img src="http://www.lorempixel.com/300/300/people" />

Estilizando…


.redondo {
   /* Agora a mágica */
   border-radius: 50%;
}

Para treinar, experimente brincar com a pseudo-classe hover e transition… cria um efeito bem legal.
Postem seus resultados, outro dia eu posto um exemplo assim.

Abraço!

Lorempixel – Mais um poderoso placeholder

Logo do LorenPixel

Buenas gurizada!

Apresento mais um place holder, dessa vez um poderoso mecanismo!
Para quem não sabe o que é place holder, escrevi não faz muito sobre o assunto no post do placekitten.com, confere lá…

Configurações do LorenPixel
Imagem que mostra as configurações do LorenPixel

Agora apresento outro place holder, o lorempixel, semelhante ao loremipsum, mas com imagens. Você consegue configura-las, inclusive com o tipo de imagem que vai aparecer. E cá pra nós, é melhor contextualizar o conteúdo da imagem com o conteúdo do trabalho do que apresentar um monte de gatinhos pro cliente… heheh

Para gerar as imagens, basta digitar diretamente no navegador a URL com as configurações que tu queres, por exemplo: Para gerar uma imagem de 640 pixels de largura (width), 480 de altura (heigth) e da categoria abstrata, basta digitar a seguinte URL: http://lorenpixel.com/640/480/abstract

As configurações podem ser feitas também pelo painel contido no site http://lorenpixel.com

Resultado do LorenPixel

Espero, como sempre, ter ajudado!

Abração 😉